
Qual é o Limite da Empatia? – Paizinho no YouTube!
Muita gente acha que, para sermos empáticos, precisamos passar por cima de tudo o que sentimos e aceitar o que os outros fazem. Mas será que é isso mesmo?

Muita gente acha que, para sermos empáticos, precisamos passar por cima de tudo o que sentimos e aceitar o que os outros fazem. Mas será que é isso mesmo?

Já disseram para você “nossa, que bebê calminho, como você tem sorte”? Pois é, mas será que é sorte mesmo? O que seria um “bebê calmo”?

Existe explicação para o bebê que sempre prefere a mãe ao invés do pai? Por que o bebê chora para as mais simples tarefas, como tomar banho, quando é o pai que vai dar banho?
Seu filho ficou doente, mas ele detesta e sempre chora quando vê um determinado remédio. Como fazer com que isso não seja uma atividade sempre negativa?

Na hora de tomar vacina, não tem uma criança que não tenha medo ou chore, né? Mas o que devemos evitar falar para os nossos filhos nesses momentos?
Venha conhecer essas maneiras e também entender por que não é recomendável que a criança seja ameaçada por não conseguir a escovar seus dentes.

Será que existe um limite onde a proteção deixa de ser saudável para os filhos? Como atingir esse equilíbrio, entendendo que os nossos filhos são do mundo, e não nossos?
O que fazer para lidar com o palavrão que os nossos filhos começam a falar? É melhor simplesmente ignorar? Ou brigar? Quais são as melhoras estratégias?