
Teoria do Apego feat. Alexandre Coimbra Amaral – Paizinho no YouTube
Chamei meu amigo querido e psicólogo Alexandre Coimbra Amaral, para falarmos sobre Teoria do Apego, a teoria da Psicologa que fundamenta a Criação com Apego.

Chamei meu amigo querido e psicólogo Alexandre Coimbra Amaral, para falarmos sobre Teoria do Apego, a teoria da Psicologa que fundamenta a Criação com Apego.

Tem diferença entre necessidades e vontades? Quando atendemos às necessidades dos nossos bebês, somos permissivos? Quando nossos filhos crescem, como fica?

As pessoas sempre me perguntam se estão no caminho certo da criação dos filhos. Aqui, eu conto como eu sei que estou no caminho certo da minha paternidade.

E, quando você menos espera, seu filho começa a mentir. O que fazer? Será que é algo normal? Até que ponto nós mesmos estamos influenciando nossos filhos a mentir? Como jogar o bichinho da criação anti-apego pra lá e não levar tudo para o lado pessoal?

Uma das maiores confusões que existe ao redor da disciplina positiva é, concidentemente, o que mais a diferencia de outras disciplinas mais difundidas, como a permissividade ou o autoritarismo: o limite.

Todo mundo tem uma história para contar sobre os avós dos nossos filhos. Sejam elas histórias estranhamente engraçadas, sejam elas histórias de discussão, briga e falta de validação de sentimentos. Mas a grande questão é que, em algum nível, temos que fazer com que essa relação seja positiva, no fim do dia.

Um podcast que coloca na roda sete mulheres para conversar a respeito dos desafios e realidades da maternidade, com descontração e leveza. Ana Clara Fonseca, Karina Xavier, Aline Wanderer, Ana Lira, Melissa Mendonça, Raquel Sare e Thaís Rolim colaboram para um bate-papo sobre suas vivências, expectativas e perspectivas relacionadas ao universo da criação de filhos e da transformação da mulher em mãe, sem esquecer seus outros papéis. Tudo isso com muito acolhimento e empatia.

Todo mundo fala em amor incondicional, principalmente em relação aos nossos parceiros e parceiras. Mas e quanto aos nossos filhos? Onde entra?