
O Poder da Reconciliação com Nossos Filhos (e Nós Mesmos)
Uma história sobre como podemos fortalecer nossos vínculos com os nossos filhos quando estamos abertos a reparar nossos erros e reconciliar nossas relações.

Uma história sobre como podemos fortalecer nossos vínculos com os nossos filhos quando estamos abertos a reparar nossos erros e reconciliar nossas relações.

Vamos falar de limites? Ou da falta de? Quando conversamos sobre disciplina positiva, o que as pessoas pensam é que estamos criando filhos sem limites. Será?

Tem vídeo novo no YouTube! Vamos falar sobre cantinho do pensamento? Por que não funciona? Como fazer diferente? E onde é que entra a disciplina positiva? Vem!

Pensar na disciplina positiva nos leva mesmo a repensar as nossas relações com os nossos filhos. A principal diferença da disciplina positiva para as outras é a maneira como olhamos para a nossa relação com os nosso filhos e o foco.

Como educar os filhos através do respeito e empatia? Aqui, podemos pensar na regra de ouro da disciplina positiva como um poderoso aliado: faça com os seus filhos o que você gostaria que fizessem com você.

A verdade é que existe a disciplina autoritária e a disciplina permissiva. São os dois extremos. Em um, você tole, pune e agride seu filho. Em outra, você o deixa fazer o que bem entender. Eu acho que todos nós concordamos que nenhum desses dois caminhos é o melhor caminho, não é mesmo? Mas isso também não significa que nós só temos essas duas alternativas para escolher. Tem que haver um meio termo, como tudo na vida. Então, a nossa tarefa é buscar esse meio termo, encontrar esse lugar ali no meio, onde nós conseguiremos educar nossos filhos de maneira respeitosa e amorosa.

Muitas mães e pais acabam conhecendo a criação com apego quando os filhos já estão mais velhos. E alguns deles se lamentam por não terem conhecido antes, ou não terem pensado em praticar uma maternidade ou paternidade diferente na época, mas a questão é que nunca é tarde demais para mudar!

À medida que os bebês crescem e começam a interagir mais uns com os outros, eles começam a demonstrar mais enfaticamente suas vontades, principalmente as relacionadas à posse. Não é a toa que muitas mães e pais costumam desabafar de suas dificuldades quando o bebê tem crises muito intensas de frustração, quando ele quer algo que não pode pegar, ou quando esse objeto é tirado de suas mãos, mesmo que o motivo para isso seja para garantir a própria segurança do bebê.