
Sobre Esse Tal Amor Incondicional
Todo mundo fala em amor incondicional, principalmente em relação aos nossos parceiros e parceiras. Mas e quanto aos nossos filhos? Onde entra?

Todo mundo fala em amor incondicional, principalmente em relação aos nossos parceiros e parceiras. Mas e quanto aos nossos filhos? Onde entra?

Escolas proíbem as crianças de correrem em pátios, e isso parece ser aceitável por todos. Você consegue imaginar crianças que não correm?

Às vezes (ou frequentemente), as bandeiras começam a ficar pesadas demais para carregarmos, e a coisa toda perde o propósito inicial. É sobre isso que eu gostaria de abrir uma discussão aqui, com você.

O que nos leva a esquecer que já fomos crianças um dia? E que já demos piti em público? Por que não toleramos crianças sendo crianças?

Quais são as transformações que eu senti, quando topei mergulhar de cabeça na minha paternidade? As mudanças foram intensas em tudo ao redor!

Recompensas são inúteis. Pronto, falei. Mas por que não funcionam? E qual o problema de estrelinhas e os quadros de recompensas? Vem discutir!

Essa é uma carta para você, que não resiste e sempre mexe com bebês lindos na rua. E, principalmente, bebês que estão acompanhados de irmãos mais velhos.

Ter filhos nos dá oportunidade de fazer as pazes com o passado, e é fundamental aproveitar essa chance para ressignificar relações, mesmo que seja doloroso.